
As causas estão relacionadas com a elevação de temperatura, que muda o regime de chuvas, favorece proliferação de fungos que atacam a lavoura, muda a floração necessária à polinização e prejudica a fotossíntese, fazendo com que as plantas precisem gastar mais energia para respirar em noites quentes, o que derruba a produtividade das colheitas. Para se ter uma idéia, até 2100 a produção de café brasileira cairia 92%. A dos vinhos franceses bem antes disso.
Agrotóxicos também matam insetos como abelhas, fundamentais para a fertilização de muitas plantas. E a acelerada acidificação dos mares já está extinguindo vários micoorganismos da cadeia alimentar e reduzindo os cardumes de peixes como o salmão.
Para saber mais detalhes, veja a reportagem da Exame em http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/7-alimentos-que-podem-sumir-do-cardapio-com-o-aquecimento-global?utm_source=newsletter&utm_medium=e-mail&utm_campaign=news-diaria.html
Dica da minha aluna Carolina Assis, Supervisora de Marketing da Rapidão Cometa Logística e Transporte em Recife.
Um comentário:
Toda análise de cenário depende das premissas consideradas.
Nesse caso é dificil esperar que as melhores tecnologias usadas hoje não sejam consideradas para o futuro. Temos zoneamento para arroz, uvas e café que mostram ser perfeitamente possivel sua produção em diferentes ambientes, com diferentes regimes climáticos e de temperatura. Preços podem ser alterados, mas a capacidade de produzir dificilmente será.
Marcelo Rolim - Eng. Agrônomo - R&D
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